Áreas Compartilhadas


Baseada no conceito de experiência ao invés de posse, a economia compartilhada veio para ficar. Podemos exemplificar com casos como Uber e Netflix modelos de negócios inéditos que surgiram para atender a novos comportamentos da sociedade, cada vez mais conectada e buscando formas mais simples e eficientes de facilitar o dia a dia.

Que tal unir praticidade com mobilidade? Unir qualidade de vida com sustentabilidade? Já pensou em morar em um apartamento compacto com conforto e, ao mesmo tempo, viver em comunidade?


Esse conceito já era praticado no Brasil, mas para receber apenas estudantes universitários. As “repúblicas de estudantes” são formas tradicionais e já estabelecidas de compartilhar espaços. Contudo, o que mudou foi o desenvolvimento deste modelo e a oferta para outro público. O que mais atrai é a sua infraestrutura que pode ter lavanderia, academia e transporte compartilhado, entre outros.


O conceito é resultado da economia colaborativa, que tem o objetivo de compartilhar os serviços e seus custos, além do apelo sustentável. Com isso, os moradores vivem em uma pequena comunidade que gera economia, socialização e interação, redução de gastos e consumo consciente. Dessa forma, os imóveis com áreas compartilhadas atraem um público interessado no convívio social, troca de experiências, sustentabilidade e uso inteligente de recursos.

Os benefícios do compartilhamento


Morar em imóveis com áreas compartilhadas proporciona sustentabilidade, qualidade vida, economia, segurança e reduz a quantidade de coisas desnecessariamente acumuladas.

Como os espaços nessas áreas são pensados de forma inteligente e prática, há a presença de serviços básicos, como lavanderia e, até mesmo, pode ser criado um espaço gourmet para receber visitas e cozinhar ou realizar refeições comunitárias com os vizinhos.

Funcionamento desse modelo de moradia

Cada morador tem um quarto ou espaço reservado para si. O que muda é o compartilhamento de áreas, como lavanderia e salão de festa , por exemplo. 


Além do compartilhamento dos cômodos, a limpeza e manutenção também são divididas. Essas atividades são divididas e entram em um planejamento realizado para incluir todos os vizinhos. Outro aspecto interessante é a divisão dos gastos do imóvel, como as contas de luz, água, condomínio e, dependo da proximidade dos moradores, alimentação.

Ao optar por esse tipo de moradia, também é possível morar em uma região mais privilegiada da cidade e ficar próximo ao trabalho. Mais do que dividir os gastos, as pessoas dividem o espaço e aprendem umas com as outras. Os imóveis com áreas compartilhadas também ampliam as possibilidades de convívio social e proporcionam um importante exercício de convivência.


E então, ficou claro como esse novo conceito de áreas compartilhadas chegou com tudo em 2020? Esperamos que sim. Fique ligado em nosso blog para conferir tendências, novos negócios, novidades do mercado imobiliário e dicas de imóveis Siga-nos nas redes sociais Facebook e Instagram.